MENINOS DE RUAMeninos de rua...sonham com grandes castelos enquanto a seringa está na veia;não conhecem a malícia...acordam do sonho com a serene da polícia, quando os castelos desmoronam como areia no mundo da lua...Dormem ao relento admirando as estrelas, a calçada como travesseiro abafa o cheiro que queima em suas narinas, que lhes proporcionam as propinas que escondem dos cachaceiros e, deles, se fazem prisioneiros...Meninos que não cresceram, já tão grandes chefiam as Ganges, empunhando uma arma de fogo e, por malogro, com ódio no olhara prendem a matar porque não descobriram como amar! Vieram ao mundo por acidente...da mãe, já nem sabem, muitos nem chegam a vê-la não aprendem a amar, vivem por teimosia e, perduram na agonia...São os delinquentes Pulam as janelas quando não têm saída, culpam o destino e, a tragédia é sua sentinela...diabo de vida, que escraviza pobres meninos; Jamais serão crianças pois nascem predestina dose este mundo canalha não lhes dá segurança ao contrário, quando amotinados lhes passa a navalha...falta de sorte procuram.
Mas continuam a ser crianças.
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